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FALAR VERDADE A MENTIR • SPEAKING THE THRUTH BY LYING

FVAM I
FVAM
FVAM III
FVAM IV
FVAM VI
FVAM V
FVAM VII
FVAM II

114ª Produção

FICHA ARTÍSTICA | CAST AND CREW

autor | author Almeida Garrett

dramaturgia e encenação | dramaturgy and directed by Rui Madeira

elenco | cast André Laires, Carlos Feio, Jaime Monsanto, Rogério Boane, Solange Sá, Thamara Thais

cenografia | sets Carlos Sampaio, Rui Madeira

figurinos | costume design Sílvia Alves

design de som | sound design Luís Lopes

design gráfico | graphic design Carlos Sampaio

fotografia | photography Paulo Nogueira

criação vídeo | video design Frederico Madeira Bustorff

M/12 | 12 years and up

SINOPSE

“Vivamos livres ou morramos homens”
A. Garrett in tragédia Lucrécia

Com Falar Verdade a Mentir pegamos num texto de um autor maior, na tentativa de «mostrar» aos espectadores as ideias que subjazem na estrutura dramática da peça. A luta do autor pela revolução romântica nas letras e no texto português. A verdadeira modernidade, sem se fixar no culto do passado que encontramos noutros autores. Com Almeida Garrett e com Falar Verdade a Mentir podemos observar com humor corrosivo onde o discurso é passadista, sem vida e onde se cruza com o novo olhar dos tempos e das desilusões do Presente. Com Almeida Garrett e Falar Verdade a Mentir são razões estéticas e ideológicas que enformam o discurso teatral, é o cerne da revolução romântica. A promoção do «sujeito» em instância estruturante de si mesmo e do mundo em que evolui. E essa dinâmica está explícita nos discursos dos vários personagens. Um divertimento teatral num espaço de debate e experimentação.

Rui Madeira

“Let us live or die as men”
A. Garrett in Lucrécia

With Speaking the Thruth by Lying we have taken a text by major author in the attempt to “show” the viewer the idea underlying the dramatic structure of the play, the struggle, on the part of the author, for revolutions in the Portuguese letters and theatre, the true modernity, without the focus on the cult of the past we find in many other authors. With Garrett and Speaking the Thruth by Lying we can look on with corrosive humour when the discourse is past-glorifying and lifeless, and where it crosses paths with the new sensibility of the times and the disillusions of the present. With Garrett and Speaking the Thruth by Lying it is aesthetic and ideological concerns that shape discourse, the centre of the Romantic revolution: the promotion of the subject to a structuring entity of both himself and the world in which he evolves. This dynamics is explicit in the discourse of the various characters. A theatrical amusement in a space of debate and experimentation.

Rui Madeira